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Quais foram os principais problemas de segurança digital enfrentados pelas empresas em 2020?

Ano a ano, as ameaças digitais são fontes de preocupação para empresas de diferentes portes e segmentos em todo o mundo. Isso já é natural em um ano que pudesse ser considerado normal, mas em 2020 esse receio ganhou novos contornos com a intensa digitalização provocada pela pandemia de covid-19. Praticamente todas as empresas foram obrigadas a adotarem processos virtuais por conta do trabalho remoto e dos novos canais de vendas para seus clientes. Consequentemente, o número de ameaças cresceu de forma significativa. Confira as cinco principais enfrentadas pelas corporações em 2020:  

1 – Ramsonware 

De longe, foi a principal ameaça digital às empresas ao longo de 2020. De forma resumida, trata-se de um malware que, quando instalado no sistema da organização, é capaz de encriptar os arquivos mais importantes. Assim, os criminosos exigem o pagamento de um resgate (normalmente em criptomoedas a fim de dificultar o rastreio) para liberar os dados novamente. Em um mundo cada vez conectado, perder os dados mais sigilosos resulta em um gigantesco prejuízo financeiro que pode até arruinar a operação do negócio.  

2 – Vazamento de informações 

Tão perigoso quanto perder os dados para sequestradores virtuais é ver as informações de seus clientes e de sua operação vazarem por falhas de segurança. A maioria delas ocorre por brechas que os cibercriminosos encontram na estrutura de segurança da corporação, como um login aberto ou conexão de dispositivos de terceiros em equipamentos da empresa. Aqui, o prejuízo não é apenas financeiro, mas também de imagem – afinal, pode trazer complicações também para clientes que não têm nada a ver com a história.  

3 – Fraudes em pagamentos  

O ano de 2020 também fez um velho problema ressurgir, principalmente com a digitalização acelerada provocada pela pandemia de covid-19: as fraudes em pagamentos. Não é de hoje que hackers tentam adulterar páginas de check-out em lojas virtuais e até gerar boletos falsos em transações. Com o aumento exponencial das transferências financeiras pela internet, essa prática se aprimorou com novos malwares que atacam páginas e aplicativos para roubarem o dinheiro das companhias.  

4 – Golpes de assinaturas 

Uma prática que ocorre principalmente em smartphones. Nele, os usuários instalam aplicativos para assinarem determinados produtos ou serviços, mas os preços se revelam bem mais caros do que anunciados anteriormente – causando prejuízo financeiro na empresa e, pior, podendo servir de porta de entrada para outras ameaças. Nesses casos, é preciso orientar corretamente os colaboradores para não baixarem aplicativos suspeitos em celulares corporativos.  

5 – Phishing 

É, talvez, a ameaça digital mais antiga: existe desde o início da internet comercial, na década de 1990, mas infelizmente segue cada vez mais atual e ameaçadora. O phishing nada mais é do que uma isca que busca “pescar” informações financeiras dos usuários. Por muito tempo era restrito ao e-mail, com campanhas falsas de marketing e links maliciosos. Mas com as redes sociais passou a ter novas possibilidades, como anúncios falsos e links compartilhados via aplicativos de mensagens. Os cibercriminosos se aproveitam de um tema quente para a empresa e seus profissionais, como a pandemia de covid-19, para atraírem aos links que instalarão malwares no sistema.   

*Otto Pohlmann é CEO da Centric, empresa de tecnologia que fornece soluções completas para atender aos requisitos de segurança e da LGPD, com foco em implementação, treinamento e suporte a fim de ajudar a sustentar o desenvolvimento de negócios de todos os portes e setores – e-mail: centric@nbpress.com 

Sobre a Centric 

Empresa de tecnologia que iniciou as atividades em 2005 e oferece soluções completas com foco em implementação, treinamento e suporte para ajudar a sustentar o desenvolvimento de empreendimentos de todos os portes e ramos de atividade. Adota ferramentas voltadas a help desk, service desk, active directory, cloud, IT security, network performance, compliance, data protection, aplicações e remote app. Também realiza treinamentos, desenvolvimento de projetos e monitoramento em tempo real, 24 x 7, de processos, negócios, redes, link e sistema de missão crítica. Com sede em São Paulo e uma equipe de 20 colaboradores, a Centric ultrapassou a marca de 3 mil clientes. Entre eles estão Banco Safra, Crefisa, Unimed, CPFL e 60% do mercado hoteleiro.    

Por Otto Pohlmann

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